sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

"Let me love you too
Let me love you to death
Hey, am I good enough for you?
Hey, am I good enough for you?
Am I? Am I? Am I good enough for you?"

"Me deixe amar você também
Me deixe amar você até a morte
Ei, eu sou bom o suficiente pra você?
Ei, eu sou bom o suficiente pra você?
Eu sou? Eu sou? Ei, eu sou bom o suficiente pra você?"

domingo, 12 de maio de 2013

E essa angústia que eu tanto falo, que me bate todas as noites, antes de dormir, é justamente por eu guardar aqui no peito tudo que sinto, sem poder expor, sem poder te dizer...
Sem poder dizer o quanto tu me faz bem, a euforia que tu me causa, os sorrisos que só tu arranca de meus lábios, as sensações que se misturam, que me fazem suspirar...
Sem poder dizer que a atração foi virando afeto, foi se transformando aos poucos no sentimento forte e intenso que às vezes não cabe nesse coraçãozinho...
Eu fui me apaixonando pelo teu toque, pela tua voz, pelo teu jeito de ser, pelo jeito que tu me trata, que tu me cuida quando estou em teus braços.
E essa angústia que tanto falo, é por não saber o que se passa do outro lado, por não compreender o que acontece, por não saber agir, por não saber o que dizer, por te querer demais, por querer que tu sejas meu e só meu. Por eu querer cuidar de ti, compartilhar minha vida, meus melhores e piores momentos, por te querer ao meu lado, por querer te ver voar e logo voltar pros meus braços, pros meus abraços, pros meus beijos. Por querer sentir saudade, por gostar dos reencontros, por esperar ansiosamente pela próxima noite que dormirei ao teu lado. Pelo beijo de um "tchau" breve, pela sensação maravilhosa ao acordar e pensar: "não, não foi um sonho, eu estava com ele, do meu lado".
 Nem sempre essa angústia é ruim, me faz chorar, mas também me faz sorrir. Me faz temer, mas me dá segurança.
Até o vento que bate no rosto soa diferente. Consigo ouvir os pássaros, consigo ver o céu, consigo sentir as horas passarem, os dias, assim, de uma forma que sem ti, não acontece...Tudo se tornou mais intenso, as coisas bonitas que me passavam despercebido, hoje são motivos.
É, tenho meus momentos em que nada faz sentido. Mas quando passa e volto a enxergar tudo que tá acontecendo, eu percebo que tu tem sido o meu sentido. Aprendi tanta coisa nesse tempo, que não foi pouco. Aprendi a sentir um gostinho pela vida de novo, a querer enfrentar meus medos, a enfrentar os obstáculos, a pensar melhor sobre as coisas. E sem querer, tu causou toda essa reviravolta na minha vida.
 Não queria estar escrevendo isso. Não tenho coragem de te mandar. Tenho medo. Muito medo. Não quero que tu te afaste de mim de novo, que tu me entenda errado, não quero te perder, em outras palavras. Quero ter muitos e vários outros finais de semana contigo, durante muito tempo ainda... Quero ser boa o suficiente pra ti. Quero poder te satisfazer tanto quanto tu me satisfaz. É bom a sensação de conquista.

É, eras isso que eu tava guardando aqui dentro.
Daqui alguns meses vai fazer dois anos que te enxergo de uma forma diferente. Vai fazer dois anos do primeiro beijo. E relembrando, todos aqueles meses em que te via lá na frente, na sala e meu coraçãozinho abobado se pronunciava involuntariamente, com vontade de ti.
Tudo isso foi uma experiência boa, e não tem as palavras certas pra descrevê-la.

Vou parar por aqui :x

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Ilusão.

Estrelas, céu escuro
a embaçar a visão do horizonte...

Volto a mirar à minha frente, encontro teus olhos a fixarem firmemente os meus.
Meu coração se aperta, vibra, chora e sorri.
Meu estômago embrulha, numa sintonia perfeita.

Lugar vazio, sem sons, sem ninguém...
Só você e eu.
Somente nossas vozes a ecoar sobre o ar fresco.

Sinto meus olhos brilharem, meus lábios se curvarem em um sorriso involuntário
e tudo parece não existir
Só eu e você...

Meus dias solitários pareciam chegar ao fim
Meu coração foi inflando de um sentimento puro
Ele sorria, ele pulava dentro de mim, queria saltar longe!
E eu... queria você.

As horas passavam e ali estávamos ainda.
E por mim, passaria uma vida ali, fácil... Na real, aquela era minha vida. Minha nova vida.
Meu recomeço.

E pronto, acordei.
Aquilo era real.
 Mas era meu sonho, um sonho que eu criei ali naquele momento.
Confusão. É isso que eu sou.
Ao mesmo tempo que sabia o que estava acontecendo, não podia crer.
Não posso, não devo, não vou crer.

Teu lábios, me entorpeceram.
Me cegaram, me hipnotizaram. Me levaram para um mundo paralelo.
Tudo parecia perfeito.

O emaranhado de pensamentos agora me dominam,
o peito tá apertado de angústia
O medo tá tomando conta, e eu aqui, sem nada poder fazer para aliviar esse incômodo.

Tão longe, tão frio, tão sozinha...
Essa sou eu...e nada, nem ninguém, vai mudar isso.
Não vou me iludir. Não mais.

domingo, 19 de agosto de 2012

Alone.

E eu fico sozinha, sentada no lugar mais vazio que encontro
olhando para o céu, procurando respostas.

E eu fico sozinha, perdida em meus pensamentos
fecho os olhos com força, com a esperança de que tudo fique mais claro.

E eu fico sozinha, sentindo meu coração batendo cada vez mais devagar
abraço com força meus joelhos contra meu tronco
tentando amenizar meus sentimentos.

E eu fico sozinha, tentando esquecer o que um dia foi o motivo
de meus sorrisos mais sinceros, de meus passos mais certeiros
de minhas conquistas mais difíceis.

E eu fico sozinha, gritando interiormente
aquilo que eu queria pôr para fora, que eu queria soltar pelo vento
que o vento levasse para longe.

E eu fico sozinha, com as lágrimas a embaçar minha visão
as nuvens já não estão mais nítidas, os pensamentos já não tem forma
a clareza já inexiste, os sentimentos perderam-se dentro de mim
o motivo de meus sorrisos, hoje, é só lembranças
lembranças estas que estão se embaralhando em minha mente.

E eu fico sozinha, aperto o punho com força
na tentativa de sentir minha pulsação
de ouvir meu coração bater
e de saber que estou viva.

E eu fico sozinha, e me decepciono
olho para o lado rapidamente e vejo tudo escurecer
perco o controle de meu corpo
e meu coração para de bater.




quinta-feira, 5 de julho de 2012

Doce e amargo amor





                          I

Coração trêmulo, abdome contraído em dor
pensamentos centrados e concentrados
insistindo em ti, oh meu doce e amargo amor.

Os olhos pálidos sob a luz do luar
o formigamento das mãos, o amortecer dos lábios
a ausência de emoção na superfície
e a essência do sofrimento no peito.

Sensível ao uivar do vento
brisa cortante que estremece a silhueta
tocando a pele, invadindo esse corpo
trazendo consigo seu perfume,
teu cheiro compactado junto a este, oh meu doce e amargo amor.

Os ponteiros do relógio se movem vagarosamente
pode-se ouvir cada tic tac soado levemente ao fundo
e o silêncio que molha intensamente cada membro,
cada parte do corpo vazio, cada curva.

Visões que atordoam,
náuseas que surgem dos pensamentos
teu rosto colado ao meu
teu calor que me envolve, oh meu doce e amargo amor!

Por favor, eu insisto!
Com a cabeça entre os joelhos, eu te peço
por favor, deixe-me em paz!
Oh, meu doce e amargo amor, deixe-me em paz!

Pensamentos do meu corpo junto ao teu
minha carne ardendo de prazer sentindo a sua
o beijo mais intenso, o calor que percorre cada parte,
o arrepio que calmamente se instala,
o amor que permanece.
Por favor, meu doce e amargo amor, deixe-me em paz!



                  II
E o desespero ganhou força
força essa incontrolável, invencível
e o impulso causado por esse, fez verter sangue
sob a luz do luar, oh meu doce e amargo amor,
o desespero permanece.

E o rosto, antes rosado de dor
agora veste-se acizentado
pálido, gélido, com cada traço marcado
pelas lágrimas que ali secaram ao vento.

O corpo todo banhado pela cor da morte
E os lábios arroxeados mordem-se com força
com os punhos fechados, olhar distante
o ódio se instala, oh meu doce e amargo amor.

O fogo agora que arde em seu peito
absorvendo todo calor do pedaço de carne
por dentro quente, por fora frio.
O ódio fez tremer, a raiva fez estalar cada articulação
oh, meu doce e amargo amor, por que me faz odiar-te tanto?

Odiar? Mas se amo-te, como posso te odiar?
Incógnita indecifrável, pergunta sem resposta.
A poça vermelha torna-se maior, a dor permanece intensa.
Queria que os sentimentos fluíssem juntamente com o líquido,
porém insistem em apertar o peito, em confundir minha mente frágil.

As horas continuam correndo no seu tempo,
em uma lentidão sufocante,
por favor, eu imploro! Acabe logo com isso!
Que raiva! Que ódio maldito esse!
Quero matar-te, oh meu doce e amargo amor,
quero estilhaçar teu coração
tal qual fizeste comigo!

E me aquecer com teu sangue
sentir o cheiro adocicado no ar
um alívio no peito, e tu, implorando piedade!
Oh meu doce e amargo amor, renda-se, implore, peça,jure!
Diga que me ama, que me deseja, peça perdão!
Diga que me quer, que meu sangue se misture ao teu
que quer banhar comigo, ao tom de vermelho escuro!

Implore pelo meu gosto, respire minha dor, maldito!
Peça meu gosto amargo, compartilhe teu sofrimento, mostre-me!
Implore pelo meu corpo,
pela tua mão quente passando sobre minhas curvas geladas...
Respire meu ódio, maldito! Oh, maldito, doce e amargo amor!

Insista. E terás a eternidade.
Permita-me levar-te comigo.
Dê sua mão, oh doce e amargo amor.
Sofra, sinta, chore, grite de dor, assim como eu.
Vamos juntos, percorrer o caminho escuro.
Escute meus passos, e acompanhe-me.




                  III
O sol insiste em aparecer,
mas minha dor o impede.
A noite permanece por mais um tempo
enquanto eu aqui estiver, pensando em ti
oh meu doce e amargo amor.

Um calafrio percorreu
desde meus pés, até a ponta de meu cabelo vermelho
vermelho, cor de meu sangue,
esse que escorre por ti, oh meu doce e amargo amor!

A sensação do teu corpo mais uma vez
toma conta do meu ser
o toque macio de tuas mãos sobre as minhas
e o jogo de sensações ativa-se fortemente mais uma vez.

Oh meu doce e amargo amor, diga-me algo!
Deixe-me sentir seu suspiro, ouvir teu sussuro
tocar teu corpo, sentir-te enrijecer,
oh meu doce e amargo amor!

Deixe-me! Deixe-me aquecer com teu hálito
curvar-me a ti, ao teu toque.
Estremecer em teus braços, umedecer teus lençõis
de meu suor salgado, de meu doce prazer.

Deixe-me, oh meu doce e amargo amor,
permita-me me contorcer, ao aquecer cada curva de meu corpo
deixe-o rosado de desejo mais uma vez!
Oh meu doce e amargo amor, permita-me gritar teu nome!

Deixe eu me submeter a ti,
a suplicar a ardência da carne
a vermelhidão de minha nádegas, de meus mamilos.
Oh doce e amargo amor, possua essa pele, torne-a tua!

De joelhos eu viso profundamente teus olhos
desejando-me, querendo-me, admita!
Vejo nossos corpos fundirem-se
sob a luz da gélida lua, aquecendo-a com nosso calor
até torná-la o sol.
Oh meu doce e amargo amor,
deixe-me provar teu doce e amargo gosto!

Beije-me com força, até meus lábios incharem
beije meu corpo, até eu gemer, suplicando pela dor do prazer
envolva-me em teus braços quentes,
toque-me sinta a chama se erguer,
oh meu doce e amargo amor!

Penetre em mim toda tua raiva,
penetre em mim todo teu amor,
penetre em mim todo teu doce e amargo ser
jorre em mim cada sensação, cada sentimento!

Beije-me incansavelmente.
 Pressione tua boca sobre mim
e veja minha pele se moldar ao formato de teus lábios!
Oh, meu doce e amargo amor.

Serei tua, hoje, amanhã e por toda eternidade
eternidade essa que nos aguarda, que se mantém a nossa espera.
Deixe-me ser tua.
Deixe-me desfrutar deste doce e amargo amor!

Camila Almeida.

Insônia


Angústia essa que me envolve
Frio interno que me domina,
dor que me atinge com força
sensação de ódio, apetência pela morte.

Noite acordada, desejos fulminando
revirando na cama toda essa fúria
agarrando com força as cobertas quentes
expressando toda minha raiva.

Aquela vontade intensa de gritar
de quebrar tudo que me rodeia
e a escuridão escondendo cada traço de minha face
tornando ainda mais forte esse prazer ...
esse prazer contido em meu peito.

Lágrimas, oh lágrimas
parem de cair, pois posso me afogar;
quero substituir suas gotas por sangue
gotas avermelhadas, em tom aveludado
em um escorrer silencioso...

O desejo pelo escuro,
 a procura pelo frio da noite
a depressão tornando-se cada vez mais constante
involuntariamente...

Não! Pare! Você precisa dormir
Esquecer esses pensamentos obscuros
esquecer essa noite gelada
não lembrar das tormentas!

Você precisa dormir!
Mas a insônia persiste
a dor insiste, a angústia não permite!
Sua força é maior, tente!
Feche os olhos
 deixe o som do violino. ao fundo, percorrer sua mente
seu sangue borbulha mais suave
seus dedos vão soltando o chão, pouco a pouco
e a calma retorna ao corpo.

Amanhã será outro dia
e outra noite de insônia está por vir...

Camila  Almeida.

domingo, 1 de julho de 2012

Quebrei as regras.

Insanidade!
Loucura mais intensa... e mais gostosa.
Sentir-se sorrir ao pensar em momentos... Se preocupar, querer cuidar!
Querer ver um sorriso no teu rosto.

Me perder naquele olhar... ah! tão escuro...
tão escuro...

Saudade da tua boca, teu beijo, teu gosto.
O calor do teu corpo, tuas mãos no meu.
me derretendo no teu beijo, querendo te ver perder o fôlego.

Oh, noite tão fria, tão silenciosa...
como as palavras não ditas...
nunca ditas.

Ter tão pouco você. Ter meu ser tão completo.
Sem perguntas, sem cobranças... ter a vida esquecida do lado de fora.

Nada importa, nada existe.
Tantas sensações em um só corpo.
Começa assim, tão devagar...
consegue me enganar, enganar meu medo de perder o chão.

Mas agora...
Quebrei as regras.
Fecharei a porta e irei ao encontro da escuridão.
E então terei a doce companhia dessas lembranças
Lembranças essas que me atormentam, que me tiram da sanidade.
Lembranças tais que me fazem um bem profundo
ao mesmo tempo que corroem célula à célula, partícula à partícula.

Camila Almeida.


segunda-feira, 18 de junho de 2012



E o que fazer numa situação assim?

sábado, 2 de junho de 2012

Instante.


Fim de tarde, o céu em um tom cinza claro opaco... 
Uma sensação de aperto percorreu, repentinamente, o meu interior.
"Só precisava, agora, estar envolvida em teus braços..."  - pensei.
O nó na garganta agora estava aguçado.
Com minha cabeça entre meus joelhos, tentei segurar as lágrimas.

"Só queria ter algum valor para ti..." - sussurrei.
Olhei rapidamente para o alto, procurando escapar dos meus pensamentos.

"Queria que fosse recíproco..."

E assim, fechei os olhos e adormeci.



Camila Almeida

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Rotina.

Olho para o espelho procurando um rosto bonito. Deparo-me com uma silhueta pálida e sem emoção.
Sacudindo brevemente a cabeça, tentando tirar aquela imagem assustadora da mente, retorno aos afazeres da manhã. Tudo automático, como se eu nem precisasse pensar em qual era o próximo passo a ser dado.
Fazendo um café, me debruço sobre a pia, olhando para fora da janela. Momento reflexão. Sem sucesso, restou-me um suspiro.
Novamente no quarto, fechei os olhos com força, tentando me preparar para mais uma vez, me deparar com o meu maior inimigo: o espelho. Mais uma vez, um suspiro.
Tentando permanecer o menor tempo possível em frente a este, começa o ritual de disfarce da face sombria que ali é refletida. Carregando na maquiagem escura dos olhos, escondo minha palidez, disfarço meus olhos inchados e arroxeados de uma noite mal dormida e de muitas lágrimas. Ensaio sorrisos, tentando parecer o mais natural possível, a fim de tentar reproduzir estes durante o dia.
Com sensação de tarefa cumprida, trato de vestir algo que faça eu me sentir gente. Mas nunca me satisfaço... Bom, que seja.

Fechando com força a porta de casa, tomo meu rumo.
Durante o resto da manhã, os sorrisos ensaiados são reproduzidos. Repentinamente me pego pensando no espelho. Dou-me conta do vazio que me percorre cada veia, a sensação de morte que me faz questionar o que seria a vida... Me sinto num cotidiano cuidadosamente ensaiado, das coisas que eu gostaria de estar fazendo com intensidade, mas que não acontece por falta de vontade de tudo.
Sinto como se minhas pernas tivessem vida própria e que não "ouvisse" meus pensamentos.
Sinto como se meu biológico agisse por si só. Que não obedecesse minha mente e minhas emoções.
Minha cabeça quer algo, meu corpo age ao contrário. E assim se forma mais uma confusão interna.

Só penso em sentir minha cama novamente. Meu travesseiro me aconchega de tal forma que parece que ali, nada me atinge, momento de compartilhar minhas lágrimas, minhas angústias e minhas falsas esperanças. Sim, falsas esperanças, porque em muitos momentos, deito minha cabeça com um sorriso forte no rosto e mãos tremendo com a adrenalina que percorre em meu corpo, crendo por apenas um brevíssimo instante, numa saída. Mas é sempre alarme falso.


Mais uma vez, tento acordar desse pensamento, me deparando com a triste realidade, esta muito distante da minha cama e travesseiro. Continuo meus afazeres sem pensar no que estou fazendo, mas no que eu queria fazer. E assim espero o tempo passar, até eu conseguir o momento tão esperado. É ali que passarei o resto das minhas horas disponíveis.

E assim, fecha o ciclo.


Sei que não é o primeiro texto que posto sobre meu início de manhã. Esse é o momento mais conturbado do dia porque simplesmente não tenho vontade de acordar. Queria dormir para sempre. Não precisar abrir os olhos, não precisar ver as pessoas, não precisar ter obrigações! Não precisar respirar... Não precisar me mover, saber que ali há "vida".
Não queria nem ter nascido.